Eng. Susana Ferreira (Parque Expo)


 

O Programa Polis foi implementado em parcerias Estado/Autarquias com objectivos concretos que visam a requalificação urbana e ambiental através intervenções em meios urbanos

Existindo à data outros mecanismos de parceria Estado/Autarquias para investimentos pontuais e/ou esporádicos, com maior ou menor relevância na cidade (contratos programa, por exemplo), a componente Ambiental em Meio Urbano e a prévia reflexão dos impactos ambientais, socio-económicos e culturais, entre outros, de uma intervenção integrada e dirigida à revitalização de áreas urbanas degradadas, pelo incremento do conforto e eficácia ambiental urbana, é o primeiro indício prático da consciência global instalada no meio técnico, político e académico sobre a relevância da “Reabilitação Urbana” que precede a implementação de medidas e diplomas legais neste âmbito.

Esta recente regulamentação relativa a reabilitação urbana vem incentivar e promover predominantemente a componente habitacional, o parque edificado, sendo bastante exígua no que concerne aos espaços públicos.

Compreendendo o meio urbano como a soma das suas partes, cheios e vazios planeados num todo coerente e funcional, e importando controlar e relativizar as tenções criadas no tecido urbano pelas alterações de comportamentos e hábitos de utilização e vivência dos diferentes espaços e componentes da cidade, incluindo obviamente o espaço público enquanto estrutura base da sua organização funcional, a relevância de intervenções como as preconizadas no âmbito do Programa Polis é evidente e mantém toda a actualidade.

O espaço público é uma componente fulcral na organização e usufruto do meio urbano. A sua reabilitação e revitalização, adequando-o a todo o tempo a exigências contemporâneas, exige uma flexibilidade na sua concepção, quer ao nível formal, material ou estrutural, de que as malhas urbanas carecem, no sentido de acompanharem a inevitável reabilitação do património edificado dos centros históricos ou de periferias degradadas e com origem em processos de planeamento urbano deficiente ou inexistente.

As cidades crescem e transformam-se, numa adequação constante. A actual tendência para a contenção dos perímetros urbanos e sua reabilitação é apenas mais uma dessas subtis alterações que introduzimos no nosso comportamento colectivo que, aliada à consciência global da eficácia e economia energética e na exploração de recursos não poluentes, podem promover a real melhoria do conforto e usufruto da cidade.

 Objectivos:

-   Desenvolver grandes operações integradas de requalificação urbana com uma forte componente de valorização ambiental;

-   Desenvolver acções que contribuam para a requalificação e revitalização das cidades e que promovam a sua multi-funcionalidade;

-   Apoiar outras acções de requalificação que permitam melhorar a qualidade do ambiente urbano e valorizar a presença de elementos ambientais estruturantes, tais como frentes de rio ou de costa;

-   Apoiar iniciativas que visem aumentar as zonas verdes, promover áreas pedonais e condicionar o trânsito automóvel nas cidades.

 

Tipologias de Intervenção

-   Requalificação de zonas industriais deprimidas;

-   Criação de novas polaridades em áreas metropolitanas;

-   Valorização de frentes de mar ou zonas ribeirinhas;

-   Valorização de património histórico-natural e sua reintegração na cidade;

-   Requalificação de cidades de média dimensão com pujança económica mas com défice de qualidade de vida urbana;

-   Valorização de cidades do interior ou raianas que podem constituir pólos de desenvolvimento regional.

 

PLANO ESTRATÉGICO – Acordo entre o Estado e a Autarquia

-   Definição da estratégia e objectivos da Intervenção;

-   Caracterização da Intervenção;

-   Acções a desenvolver;

-   Programa da Intervenção;

-   Investimentos e Fontes de Financiamento.

 
Arq. Ana Pinho
Saber mais   
 
Eng. Vasco Freitas (FEUP)
Saber mais   
 
Arq. José Gigante
Saber mais   
 
Eng. Guilherme C. Graça (NaturalWorks)
Saber mais   
 
Arq. José Aguiar (FA-UTL)
Saber mais   
 
Eng. Manuel Pinheiro
Saber mais   
 
Professor Doutor Armando Silva Afonso
Saber mais   
 
Eng. Elisabete Bertolo
Saber mais   
 
Eng. Sara Rossa
Saber mais   
 
Arq. Pais. Gonçalo Ribeiro Teles
Saber mais   
 
Arq. Pais. Daniel Monteiro
Saber mais   
 
Arq. Albert Cuchi (UPC)
Saber mais   
 
Arq. Marco Capellini (Remade/ Matrec)
Saber mais   
 
Eng. Luís Bragança (U.M.)
Saber mais   
 
Eng. Ricardo Sá
Saber mais   
 
Eng. Ana Miguel Cunha
Saber mais   
 
Arq. Rogério Amoeda
Saber mais   
 
Arq. Paulo Trindade (Parque Expo)
Saber mais   
 
Eng. Susana Ferreira (Parque Expo)
Saber mais   
 
Eng. José Luís Alexandre (FEUP)
Saber mais   
 
Eng. Inês Santos
Saber mais   
 
Arq. Pais. Carlos Ribas
Saber mais   
 
Arq. Nuno Ribeiro Lopes
Saber mais   
 
Arq. Pepa Morán
Saber mais   
 
      © Ordem dos Arquitectos Secção Regional do Norte, 2008. Todos os direitos reservados