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#70
REABILITAÇÃO URBANA
CURSO
6, 13 e 20 MAI 2006
OBJECTIVOS
Sobre a pertinência do tema
A Reabilitação Urbana, hoje, já não é tema de cÃrculos restritos, e é mesmo assunto frequente na nossa comunicação social generalista. No entanto, a forma como é geralmente apresentada distorce, ou reduz, a integridade do problema e das respostas que são exigidas à sociedade.
Para os arquitectos é fundamental o esclarecimento e a aquisição de uma preparação especÃfica que lhes permita abordar a profissão com plena consciência dos desafios e das dificuldades que as cidades actuais enfrentam no seu processo, já longo, de se revitalizarem e regenerarem.
Importa, no processo projectual, ter pleno entendimento da anatomia, do metabolismo e das patologias do meio urbano, incluindo os espaços públicos e os edifÃcios, o edificado e o verde, o social e o económico, o patrimonial e o futuro.
PROGRAMA
No dia a dia, sobre o estirador ou o computador o arquitecto é colocado perante opções – demolir ou não demolir, demolir mais ou demolir menos, manter ou substituir, reproduzir ou criar, restaurar ou renovar, copiar ou inventar!
Não há (felizmente!) respostas catalogadas, nem BÃblia, nem Corão que respondam, de forma positiva e categórica, fornecendo as soluções de problemas cuja resposta só pode ser encontrada no raciocÃnio e no saber de cada autor de um projecto.
Por isso, será importante, e oportuna, a formação dos arquitectos em temas como os que envolvem os conceitos de monumento, de restauro, de património e de reabilitação.
Agora, que a legislação portuguesa instituiu a prática da reabilitação das cidades como objectivo polÃtico, e preconiza a criação de novas Sociedades de Reabilitação Urbana, importa que os arquitectos estejam preparados para enfrentar o desafio em mais larga escala, na previsão de que, no futuro, será cada vez mais importante e representativa a sua actividade neste campo.
1 - O conceito de Reabilitação Urbana
Do conceito de Monumento ao conceito de Reabilitação Urbana.
2 – As Cartas e Convenções Internacionais
Da Carta de Atenas à Declaração de Córdova.
3 – A Reabilitação Urbana em Portugal desde 1974
Évora, Angra, Lisboa, Guimarães – os GTLs.
4 – A experiência do Porto
O CRUARB, desde o Plano de F. Távora até à extinção em 2003.
5 – As Sociedades de Reabilitação Urbana
Objectivos, método, implantação, experiência.
6 – A Reabilitação Urbana e o Projecto Arquitectónico
Especificidades projectuais em ambiente patrimonial.
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HORÁRIO
9h30 Ã s 13H00 14H30 Ã s 18H30
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DURAÇÃO
18 horas
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DESTINATÁRIOS
Todos os profissionais que lidam com a prática projectual e que possuam interesse em aumentar os seus conhecimentos nos aspectos relacionados com o tema da Reabilitação Urbana.
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FORMADORES
Rui Ramos Loza,
técnico superior da CCDR-Norte, em comissão de serviço na Porto Vivo, Sociedade de Reabilitação Urbana
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LOCAL
Rua da Restauração, n.º 477 - 1º andar 4050-506 PORTO
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PREÇO
Membros da OA – 250€ (IVA incluÃdo)
Membros da OA com redução de cotas e estudantes – 200€ (IVA incluÃdo)
Outros Técnicos – 300€ (IVA incluÃdo)
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DATA LIMITE DE INSCRIÇÃO
4 MAI
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Nº LIMITE DE INSCRITOS
min. 15 | máx. 30
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FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

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