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'Concurso Público, no âmbito da União Europeia, para a Elaboração do Projecto de Equipamentos e Arranjos Exteriores da plataforma à superfície, na sequência do rebaixamento da Via-férrea, no atravessamento da Cidade de Espinho' A exposição dos trabalhos, composta por 15 grupos de 3 painéis apresentados a concurso, poderá ser visitada no Foyer do Centro Multimeios de Espinho (Av. 24, nº 800, da cidade de Espinho), entre os próximos dias 06 e 19 de Junho, de 3ª a 6ª feira, das 10h00 às 22h00, Sábado, Domingo e Feriados das 14h00 às 22h00.
Na sequência da proposta do Júri do Concurso, foi homologada, pela Câmara Municipal de Espinho,CME , a atribuição dos seguintes prémios:
1.º Prémio Arquitectos Rui Lacerda, Francisco Mangado e João Álvaro Rocha
2.º Prémio Cirurgias Urbanas, Lda
3.º Prémio Atelier do Corvo, Arquitectura e Urbanismo O Júri foi presidido pelo Presidente da CME, e integrou o Vice-presidente CME, a Presidente da Assembleia Municipal, o Eng.º José Carlos Chiquilho (designado pela REFER), a Arq.ª Isabel Zenha (designada CME), o Arq.º Agostinho Sousa (designado CME), o Arq.º Carlos Sárria (convidado pela CME) e os Arqtºs Nuno Portas e Carlos Prata (designados pela OASRN).
Sobre o projecto apresentado pelos arquitectos Rui Lacerda, Francisco Mangado e João Álvaro Rocha, o Júri destacou a “(...) solução desenvolvida com base de numa matriz de desenho de pavimento – rede distorcida – que tudo parece unir, cerzir ou regular, donde emergem construções pontuais, quase sempre associadas a espaços verdes e espelhos de água, dotados de grande flexibilidade e adaptabilidade à mudança de usos de um espaço público contemporâneo.”
Do trabalho apresentado por Cirurgias Urbanas, Lda, foi destacada pelo Júri, “(...) a ideia de um continuo verde de ligação entre as ribeiras, desenvolvida de uma forma coerente e equilibrada, bem resolvida em termos viários e com grande simplicidade e eficácia no topos Norte e Sul da área de intervenção.”
A proposta do Atelier do Corvo, Arquitectura e Urbanismo, segundo o Júri, assenta na “(...) fusão entre o conceito de “corredor verde” e um outro, o de dar continuidade à malha urbana, assegurando e (...) reforçando as ligações viárias e pedonais no sentido Nascente/Poente, como forma de contrariar a tentação da leitura na longitudinal e retomar o Mar como ponto de atracção natural da Cidade.”
Imagem 1 – "A cidade e a sua evolução produzem vazios que, bem administrados, podem ser uma oportunidade para o desenvolvimento e melhoria da mesma.” Arquitectos Rui Lacerda, Francisco Mangado e João Álvaro Rocha
Imagem 2 – “Cintura Verde – Novo Espaço Público para Cidade Sustentável” Cirurgias Urbanas, Lda.
Imagem 2 – “(...) Dois princípios fundamentais (...): unir por fim duas áreas da cidade separadas pelo corte longitudinal que a via-férrea criou(...)e potenciar o grau de permeabilidade e fluidez que o desenho de uma cidade regular possibilita; ligar através de um passeio verde o vale do rio largo a Norte com a ribeira de Silvade, a Sul.” Atelier do Corvo, Arquitectura e Urbanismo.
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