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A FORMA ÉTICA DA ARQUITECTURA TEOTÓNIO SANTOS, Núcleo Braga
8.ABR.2002 |
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Num tempo da facilidade de passagem de imagens e de padrões estéticos através dos media, é oportuno interrogarmo-nos se existe uma componente ética intrÃnseca ao objecto arquitectónico edificado.
Dito de outro modo, será que a arquitectura é apenas o somatório de modelos, supostamente actuais, modernos, ou tecnologicamente correctos, cuja qualidade final resulta da destreza com que esses modelos são manipulados? Ou será que realmente existe uma expressão ética latente na arquitectura? E se sim de que forma ela se exprime?
Os colegas autores do projecto do Cemitério de Monchique em Guimarães, possuem a meu ver essa capacidade de, através do seu trabalho, tornarem evidente essa qualidade ética da arquitectura. Obviamente, dominam as ferramentas do projecto, denotam uma visão crÃtica da história da arquitectura e têm certamente, uma atenção particular ás tendências mais actuais da arquitectura contemporânea.
É pois com agrado que, através desta obra, procuramos construir os mecanismos da crÃtica e análise que nos permitam separar o trigo do joio, e de novo “Saber Ver Arquitectura”.
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Conversas de Arquitectos com Maria Manuel Brito e Pedro Mendo, Braga, Maio 2002
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