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ESTÁGIO DA (DES)ORDEM II
JOSÉ SALGADO (CRA)

MAR.2003
 

O seu “desabafo” compreende-se mas não se pode aceitar principalmente por três motivos:

1. faz afirmações que não são verdadeiras;
2. produz juízos de valor alicerçados numa subjectividade alimentada de falsos pressupostos;
3. põe em causa a legitimidade e os esforços de uma instituição que, não sendo perfeita, existe porque o exercício profissional que tutela, mesmo nos tempos que correm, parece merecer por parte da sociedade, cuidados especiais.

Tanto quanto nos é possível perceber a OA ainda não é considerada, socialmente, como uma obsolescência...
Uma última dúvida em relação à categórica afirmação com que finaliza o seu discurso: Só quando se pudesse garantir a aplicação total, permanente e sem falhas do Código de Estrada é que se deveria aplicar? Não se deveria antes suspender até que cada movimento, óbvia e convenientemente regulamentado estivesse perfeitamente assegurado? Para cada cidadão, um ou dois policias?


Resposta ao texto de opinião do arquitecto Paulo Monteiro.

 
 


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