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Luis Moreno Mansilla, (1959) é arquitecto pela ETSAM (1982), com uma bolsa da Academia de Belas Artes em Roma (1982-1984) e com Doutormanento pela ETSAM (1998). Actualmente, divide a sua actividade profissional entre a prática e o ensino. É Professor Titular do Departamento de Projectos da Escola de Arquitectura de Madrid e professor convidado pela Princeton University School of Architecture. Em 1992 fundou com Emílio Tuñon o escritório MANSILLA TUÑÓN ARQUITECTOS, escritório dedicado à confrontação da teoria e da docência com a prática projectual e constructiva. Em 1993 funda a cooperativa de pensamentos CIRCO, a qual edita a publicação com o mesmo nome.
Mansilla Tuñon receberam, entre outros, os seguintes prémios: PREMIO MIES VAN DER ROHE 2007 (Prémio de Arquitectura Contemporânea da União Europeia), Prémio Nacional de Arquitectura Espanhola 2003, Prémio FAD 2001, Prémio COACV 2000.
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João Mendes Ribeiro, Coimbra, 1960. Arquitecto pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (1986), onde leccionou entre 1989 e 1991. Doutorado em Arquitectura, especialidade Teoria e História, pela Universidade de Coimbra, 2009. Professor Auxiliar no Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, na cadeira de Projecto. Reconhecido com diversas distinções e prémios: Prémio Architécti, Lisboa, 1997 e 2000; Highly Commended, AR awards for emerging architecture, Londres, 2000; Prémio Diogo de Castilho, Coimbra, 2003 e 2007; Premis fad d’Arquitectura i Interiorisme, Barcelona, 2004; Gold Medal for Best Stage Design, 11th International Exhibition of Scenography and Theatre Architecture – Prague Quadrennial 2007, Praga, 2007; Prémio AICA 2007, Associação Internacional de Críticos de Arte/Ministério da Cultura, 2008; IV Prémio Enor, na categoria Portugal, Vigo, 2009. Nomeado para o European Union Prize for Contemporary Architecture – Mies Van Der Rohe Award, Barcelona, 2001 e 2005; finalista da II e IV Bienal Iberoamericana de Arquitectura e Engenharia Civil, Cidade do México e Lima, 2000 e 2004; finalista dos Premis fad d’Arquitectura i Interiorisme, Barcelona, 1999, 2001, 2002, 2004 e 2006. Em 2006 foi distinguido pela Presidência da Republica com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique. – Coimbra, Dezembro de 2009.
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António José Távora de Magalhães Basto, nasceu a 27 de Abril de 1955, na Foz do Douro, filho de Maria Teresa, a irmã mais nova do Arquitecto Fernando Távora.
Não tendo formação específica na área de Arquitectura, já que praticamente trabalhou em grande parte da sua vida numa Companhia de Aviação, foi este ano escolhido pela Mulher e Filho do homenageado a fim de representar a Família, como membro do júri que avaliará os trabalhos candidatos à 6ª edição do Prémio Fernando Távora.
Para além duma grande e óbvia admiração pelo homenageado, sempre se interessou empenhadamente pelos assuntos que à Arquitectura dizem respeito, por razões familiares e não só, tendo ao longo dos anos organizado um vasto acervo documental, composto não só de artigos de revistas, catálogos, fotografias da especialidade, como de livros que versam o tema em questão.
Paralelamente, por óbvia influência familiar de seu avô, Artur de Magalhães Basto, o interesse na história quer do Porto, quer de vários locais no Mundo visitados, sempre estiveram presentes, tendo participado como observador em inúmeras visitas e passeios que aliavam a história do lugar às alterações que a Arquitectura lhe incutiram.
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Margarida Vagos Gomes, nasceu em Luanda, em 1968. Licenciada em Arquitectura pela FAUP, 1993.
Integra, desde 2004, o Conselho Directivo da Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos, sendo responsável pelo Pelouro da Encomenda no 1º mandato, tendo acompanhado as alterações legislativas respeitantes à encomenda pública, sendo co-responsável pelo mesmo pelouro no 2º mandato. Colaborou, durante o percurso académico, com os Arquitectos Henrique de Carvalho, Carlos Guimarães e Luis Soares Carneiro, e João Luís Carrilho da Graça.
Em 1997 e 1998 colaborou com o Arquitecto Paulo Providência.
Exerce a profissão liberal, desde 1994, em co-autoria com o Arquitecto António Lousa.
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Manoel Cândido Pinto de Oliveira, nasceu no Porto a 11 de Dezembro mas só foi registado a 12 de Dezembro de 1908, como consta no seu bilhete de identidade.
Seu pai, que o levava a ver fitas de Charles Chaplin e Max Linder, despertou-lhe muito cedo o interesse pela sétima arte. Andou no Colégio Universal, no Porto, e posteriormente no Colégio Jesuíta de La Guardia, Galiza. Foi como desportista de ginástica, atletismo e automobilismo que ganhou notoriedade.
Começou a filmar o Douro, Faina Fluvial com uma máquina oferecida por seu pai nos anos 30 e, como actor, participou nos filmes Fátima Milagrosa (1928) e A Canção de Lisboa (1933).
Casou em 1940 com Maria Isabel, continuando casados.
Realizou a sua primeira longa-metragem Aniki Bó-Bó dois anos depois de casar, tendo um total de 54 filmes realizados até ao momento.
Os seus filmes, com uma câmara quase imóvel, centram-se mais na força da palavra do que na acção e caracterizam-se por planos longos, com enquadramentos e luz cuidadosamente preparados.
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