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ARQUITECTOS DESVENDARAM SEGREDOS DO LABORATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO VETERINÁRIA
ÂNGELO TEIXEIRA MARQUES
28.SET.03 |
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Obra de José Gigante e João Alvaro Rocha recebeu prémio do instituto americano da especialidade
Quase meia centena de arquitectos, estudantes ou meros curiosos do património edificado participaram ontem em mais uma visita (a penúltima) do projecto "Obra Aberta", com o qual a Ordem dos Arquitectos tem vindo a assinalar o Ano Internacional da Arquitectura. Desta vez, o ponto de encontro foi o Laboratório Nacional de Investigação Veterinária, localizado em. Vairão (Vila do Conde), idealizado pelos arquitectos José Gigante e João Álvaro Rocha. Em 2001, o projecto recebeu o prémio do Instituto Americano de Arquitectos e arrecadou o segundo lugar no concurso europeu.
Tal como em sessões anteriores, os autores conduziram os interessados pelo conjunto de edifícios e explicaram os pormenores da concepção. José Gigante (João Álvaro Rocha não pôde estar presente) adiantou que os primeiros esboços começaram a ser efectuados no princípio dos anos 90 e só decorrida uma década é que o LNIV passou a estar "habitado". Foi edificado num terreno rectangular - o comprimento ultrapassa os 400 metros - e houve a preocupação dos arquitectos em não criar "uma frente e umas traseiras". Aliás, houve uma ideia genérica de introduzir características de um "pequeno povoado" que sobressaíssem numa zona de forte densidade florestal. Daí que vários edifíciosde escala reduzida se estendam pelo terreno e, num dos topos, emerge um "corpo" mais elevado. "A imagem da igreja ou dos silos no Alentejo", explicou José Gigante.
A tarefa dos arquitectos foi árdua. Além das inúmeras especificações técnicas dos laboratórios, os autores conseguiram o "milagre" de "esconder" sete mil metros quadrados de "áreas técnicas", ou seja, pontos de passagem de esgotos, água, fios de electricidade e de telefones. Nada disso se vê. E mais: foram colocados, propositadamente, pormenores "domésticos" como a aplicação de madeira nalgumas paredes.
Ivo Oliveira, do projecto "Obra Aberta", referiu ao PÚBLICO que a iniciativa é "um ensaio" para a possível realização, com carácter regular, de visitas guiadas de
arquitectos aos seus próprios imóveis. A "Obra Aberta" tem decorrido semanalmente desde Abril e Ivo Oliveira faz "um balanço positivo" do evento que consegue juntar, no terreno, os mestres com os estudantes. As incursões que geraram "mais curiosidade" foram as apreciações a casas de habitação projectadas por arquitectos de renome e a visita às obras do futuro estádio de Braga. Neste caso, "houve gente a mais e não se conseguia ouvir o arquitecto", lamentou ontem o arquitecto António Silva Brás, que por isso tem "seleccionado" as visitas. A próxima - e última - vai decorrer no próximo sábado às 11h00, à Universidade de Aveiro, com a presença de Nuno Portas.
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